Antes de Lula ser Presidente, o Nordeste era assim.
"Seu Dotô, nosso Nordeste,
é mesmo a terra da fome,
onde o matuto não veste,
onde o matuto não come.
A agricultura é sentença
e sem haver assistença,
o jeito é se escangaiá,
Parece mesmo um pagode!
Seu dotô, como é que pode
este Brasil miorá?"
Fonte:
Novo Dicionário de Termos e Expressões Populares. Tomé Cabral. Ed. UFC. Fortaleza Ceará, 1982, p. 353.
domingo, 20 de março de 2016
sábado, 19 de março de 2016
O que eu fiz mesmo na porra desse mundo?
Mote:
Confira o Tweet de @requiaopmdb:
https://twitter.com/requiaopmdb/status/711162608594886656?s=08
George Alberto de Aguiar Coelho
Confira o Tweet de @requiaopmdb:
https://twitter.com/requiaopmdb/status/711162608594886656?s=08
Assim como sacralizar um indivíduo, torná-lo muito maior do que ele é, porque fez um concurso, porque colou grau, fez um doutorado, foi condecorado, foi isso, foi aquilo. No final, quando a cortina tiver prestes a se fechar e o indivíduo não tiver escapatória, nem fuga de si mesmo, restará a pergunta direta, incisiva, fatal, dolorosa, terrível, incisiva: o que eu sou e o que eu fiz mesmo na porra desse mundo?
sexta-feira, 18 de março de 2016
A Revoada dos Patinhos Amarelos
Um fato interessante e histórico acontecido em São Paulo em 1934, associa-se, de certa forma, a fatos dos dias de hoje. Vamos à história.
Em 1934, a esquerda se reuniria na Praça da Sé para sustar tentativa de golpe dos integralistas, linha fascista de Plínio Sampaio. Os integralistas queriam obstar a reunião e o cacete comeu.
Tiros, mortes dos dois lados e a desmoralização dos integralistas, pois saíram corridos da Praça, desesperados jogando as camisas verdes ao léu para não serem identificados. Esse episódio ganhou o nome de Revoada das Galinhas Verdes.
Voltando para a nossa era. Por pouco não houve algo parecido hoje, dia 18/03/2016, na Avenida Paulista. Fascistas acamparam na Paulista pasta impedir a manifestação programada pela esquerda.
A pedido da FIEC, dos próprios acampados ou por temor de uma tragédia, sei lá porque, saíram de lá pela ação, simulada ou não, da polícia paulista.
Se não fora a fuga providencial, poderíamos ter assistido hoje a Revoada dos Patinhos Amarelos.
George
Em 1934, a esquerda se reuniria na Praça da Sé para sustar tentativa de golpe dos integralistas, linha fascista de Plínio Sampaio. Os integralistas queriam obstar a reunião e o cacete comeu.
Tiros, mortes dos dois lados e a desmoralização dos integralistas, pois saíram corridos da Praça, desesperados jogando as camisas verdes ao léu para não serem identificados. Esse episódio ganhou o nome de Revoada das Galinhas Verdes.
Voltando para a nossa era. Por pouco não houve algo parecido hoje, dia 18/03/2016, na Avenida Paulista. Fascistas acamparam na Paulista pasta impedir a manifestação programada pela esquerda.
A pedido da FIEC, dos próprios acampados ou por temor de uma tragédia, sei lá porque, saíram de lá pela ação, simulada ou não, da polícia paulista.
Se não fora a fuga providencial, poderíamos ter assistido hoje a Revoada dos Patinhos Amarelos.
George
terça-feira, 15 de março de 2016
De tanto levar preso,
Eu, um agente capaz,
Virei preso de mim mesmo,
Com selfie de flash aceso,
Eu preso, mais eu atrás.
George
domingo, 13 de março de 2016
O sabiá no sertão
Quando canta me comove
Passa três meses cantando
E sem cantar passa nove
Porque tem obrigação
De só cantar quando chove
Poeta Bio Gomes
Passa três meses cantando
E sem cantar passa nove
Porque tem obrigação
De só cantar quando chove
Poeta Bio Gomes
O que vivi - Professor Paulo Araújo
Não vou à passeata do dia 13 pelo motivo que exponho abaixo.
Fui aprovado em concurso público para professor efetivo da “antiga” Escola Técnica Federal do Ceará, em 1994. Em 1996, ingressei para lecionar na tão “sonhada escola”, em que já tinha sido aluno e filho de professores. Iniciei minha atividade docente na metade do governo FHC. Na época, o orçamento anual da Escola já tinha sido reduzido à metade do montante orçamentário anual do início do governo PSDB. Presenciei uma gestão escolar preocupada com o baixo orçamento, com dificuldades em conseguir pagar contas básicas, com água, energia e telefone. Vivenciei uma escola agonizante, sem investimentos, com dois de seus três “campi” (Cedro e Juazeiro) de “portas fechadas” por falta de recursos. Vi minha “Escola” perdendo sua autonomia, tendo que se sujeitar a reformas na grade curricular para ganhar algumas migalhas orçamentárias. Para conseguirmos construir um bloco de salas de aula, tivemos que fazer uma parceria com a empresa LG, pois o governo FHC sempre nos negava recursos. Lembro-me que para equipar nossos laboratórios, realizamos um convênio com a CHESF para oferecer capacitação para seus funcionários. Contratar professores era uma missão “hercúlea”, pois os concursos públicos eram barrados por medidas provisórias. Nossa instituição passava por um plano de sucateamento que jamais poderia imaginar, capitaneado por um presidente sociólogo, doutor, e professor universitário aposentado de uma das mais renomadas universidades públicas, a USP. Foi difícil de entender e aceitar tudo aquilo.
Professor Paulo Araújo
Grito de guerra da minifestação de 13/8/2016: Somos Todos Cunha!
Quem quiser acompanhar a turma do "ilibado" Cunha, que se junte a ele na minifestação de 13/08/2016 e grite em grito altissonante: Somos Todos Cunhas!
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