segunda-feira, 22 de novembro de 2021

Uma vez eu perguntei

Ao futuro presidente
Como é que ele se sente
Vendo tanta roubalheira
E o país na besteira
De entregar o Pré Sal
Só sendo um animal
Jumento, ou parecido
Diz aí cumpade Ciro
O que fará afinal?

O cerne da sua pergunta
Já tem nela a resposta
Quem vendeu foi um desses bosta
Tem propina na questão
Mas, Presidente, o Cirão,
Não tem essa de moleza
Até se senta na mesa
Pra discutir a questão
Diz aqui sim; ali, não
Tomo o Pré-Sal da empresa.

Marreco again

Tá de volta o Marreco
Depois de tanto mentir
Agora foi assumir
O boné de candidato
Mas continua um pato
Como fala, é um marreco
Quá! Quá! Quá! Vai ter um treco
Se não fugir dum debate
Que o Ciro lhe dá um mate
E surra de peteleco.

Se eu indagasse a um louva-a-deus

Se eu indagasse a um louva-a-deus
Por que no nome faz glória?
Se bicho é mesmo ateu,
Então por que dessa estória
De ter compungido nome?
Responderia na hora:
Não gosto disso. Tou fora.
De trato do bicho-homem.

domingo, 21 de novembro de 2021

segunda-feira, 15 de novembro de 2021

Golpes na velha e nova República

A velha república nasceu, a cascos de cavalos, em 2 golpes em anos sucessivos de 2 alagoanos militares : Deodoro, golpeador de D. Pedro II, golpeado por Floriano Peixoto. A Nova República nasceu no voto de 1 carioca de origem alagoana, Collor, golpeado por conta de 1 Fiat Elba.

domingo, 14 de novembro de 2021

É o Cirão!

Nem páro mais pra pensar
Na eleição que vem vindo
Nem sequer um rosto lindo
De mulher pra escolher
Mas competência vai ter
Na ficha da eleição
Eu voto é no Cirão
Que Lulú, Bozo e Marreco
É o Brasil de teco-teco
No olho do furacão.