sábado, 16 de setembro de 2017

Brasil, um estranho país

Janaina,  advogada responsável pelo pedido de impeachment (golpe) da Presidenta ficou, há pouco, em último lugar no exame para professora titular da USP.

Tiririca, eleito e posto a provar do seu analfabetismo, aprendendo a assinar o nome, vota pra depor Presidenta de partido que mais fez pela interiorização e disseminação da educação nas classes pobres fo Brasil.

Moro, o Juiz que pretende o presidente mais querido, e talvez também o mais odiado do país, não passou em exame da OAB.

Dallagnol, ferrenho juiz acusador de Lula, só passou em exame ao cargo de membro do MP, graças a uma pedalada da Justiça, a pedido do pai do favorecido, pois não tinha, nem muito menos tem, experiência de advocacia exigida para adentrar ao posto de procurador federal.

E Lula, o presidente que não tem o segundo grau, foi quem mais fez universidades e mais tem títulos de doutor honoris-causa; diferente de FHC, professor acadêmico da Sorbone e mestre em garrotear recursos de universidades, quando era presidente da república.

Descontando em outrem a afronta passada

Tudo é probabilístico, ou seja, ñ se pode garantir cem por cento, mas parece haver um nexo entre humilhações passadas e o desejo de descontar a afronta no alheio.

Logo depois do massacre do Carandiru, li uma  crônica em que o autor defendia que os soldados, ao matarem os presos indefesos na prisão, na realidade assassinavam a si próprios. O outro era ele, a sua vida miserável é o que desejavam inconscientemente eliminar.

A propósito, Euclides da Cunha tem um texto fantástico do período em que esteve na Amazônia demarcando fronteiras com o Perú: Judas Ashaverus. É sobre a Semana Santa nos territórios isolados do Amazonas habitado por cearenses.

O seringueiro neste dia não tem festa, como há nas cidades. Ele faz sozinho um Judas à sua imagem e semelhança, observado pela mulher e filhos. Ao terminar, põe o boneco numa canoa e a faz descer o rio com o Judas. E enquanto a canoa vai descendo rio abaixo, um a um, os seringueiros das margens atiram no Judas como se atirassem em si próprios.

A procuradora não gostou

quando, ao lhe responder, Lula do PT a tratou de querida.

Seria o tratamento coisa de republiqueta, porque as  vestais da Justiça brasileira exigem respeito? Que nada!

Não bastasse o processo tendencioso e partidarizado da Lava-Jato, de fio a pavio, é dizer desde PF, MPF e Justiça, a própria procuradora, através das redes sociais, não se julgou suspeita de partidarismo no processo, mesmo quando deu loas a novimento que deu um "Tchau, Querida!" a Presidenta democraticamente eleita Dilma, também do PT, deposta em vergonhoso golpe de estado.

SUS moribundo

Quem não gostava do SUS, maior plano de saúde do mundo pode comemorar que o plano será demolido pelo demolidor-mor do braZil

Fonte:

E se um vampiro mordesse o pescoço do Lula,

a Justiça daria um jeito de entortar o Código Penal e fazer valer a pena eterna de cadeia para o molusco mais odiado em todos os eternos tempos pelas Zelites braZilics.

Carta de encabular quem acusa Lula

"Meritíssimo, Vossa Excelência acha que eu, em troca do que fiz para todos os brasileiros, dos mais miseráveis aos mais ricos, sem nenhuma luta de classes, sem nenhuma revolução sangrenta, a ponto de entregar meu governo com aprovação de 80%, e com esse reconhecimento nacional e mundial todo, iria me comprometer recebendo como recompensa um tríplex que mal vale R$ 2 milhões e um sítio de terceira categoria? Se eu quisesse recompensa pelo simples cumprimento de minhas obrigações como presidente da República, e se eu sou o maior corrupto deste país, como a mídia poderosa anda espalhando por aí, eu seria o dono e usufrutuário, com tudo passado em cartório, com tudo faturado e pago, de um conjunto de bens à altura dessa fama toda. Eu seria o dono da cobertura de Sérgio Cabral, na praia do Leblon, do apartamento de Fernando Henrique na Avenue Foch, em Paris, da mansão do dono do Banco Safra, que valem, respectivamente, 20, 20 e 200 vezes o tal tríplex de Guarujá. Em vez do sítio em Atibaia, eu teria a suntuosa fazenda de Fernando Henrique em Minas Gerais, ou um aeroporto privado construído com o dinheiro público, como Aécio Neves. Eu teria ligações com o tráfico de drogas e armas, com o PCC. Eu teria a mansão de 1.100m2 dos donos da Globo em terreno de 29 hectares da Marinha em área de proteção ambiental, com praia privativa, em Paraty. Eu teria ainda haras, helicóptero, jatinho, iate, tudo de alto luxo, uma grande coleção de obras de arte de alta cotação no mercado. Eu seria o dono do maior museu particular de arte sacra do Brasil na cobertura do finado Antônio Carlos Magalhães. Eu teria ainda o império de José Sarney no Maranhão. Eu seria tão rico quanto Jorge Bornhausen, Sílvio Santos, Paulo Maluf. Eu teria uma fazenda com 500.000 cabeças de gado, como o banqueiro Daniel Dantas. Eu teria a casa da Dinda e uma frota de carros os mais luxuosos e sofisticados, como Fernando Collor. Eu teria um bom punhado de ações do Banco Itaú, do Bradesco, do Safra, do Santander e de várias empresas que não pagam impostos e sonegam à Previdência Social. Eu teria muitos milhões de reais aplicados em ouro, renda fixa e depósitos em paraísos fiscais. Eu seria o dono de um império midiático para receber polpudas verbas de propaganda do governo. O que é que eu tenho, Excelência? Onde é que eu moro, Dr. Moro? Será que não posso continuar tomando minha cachacinha, comendo minha mortadela, meu churrasco? Será que não vou poder mais sair pelas ruas e cair nos braços do povo, esse povo que tanto deseja que eu volte ao Planalto? Será que eu vou ser condenado e preso sem prova?" E virando-se para Deltan Dallagnol: "isso é justo, Sr. Procurador?"          

Carta de encabular quem acusa Lula e se cala diante das marmotagens dos protegidos de Guantânamos - Curitiba

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Goebbels seria aprendiz

Globo, na versão Bonner e em papel, pegam a deixa das malas do Geddel e associam a denúncia de ontem, ctrl-C, crtl-V, Power Point de Curitib, contra o PT.

Joseph Goebbels seria aprendiz no Brasil.